Um feedback de LE@D´Talk com a presença de Nelson Pretto da UFBA

No dia 07 de setembro de 2016 de tarde  pelas 15 horas, realizou-se a primeira LE@D´Talk após o período de férias de Verão do LE@D!

Com algumas pequenas questões de intermitência de transmissão ( via streaming em http://live.fccn.pt/uab/uab.) visual e sonora (próprias às vicissitudes tecnológicas :-)) foi uma conversa, como sempre, excelente e que deixa aquela vontade de se querer ouvir, dizer, questionar…mais.

O título foi/é bem sugestivo:  Para uma educação centrada no Aberto e nos Fazedores.

O convidado – prof.doutor Nelson Pretto– e o moderador – prof. doutor Paulo Dias – ambos de referência.

Juntamente com  Bianca Santana, Débora Sebriam, Tel Amiel, entre outros, Nelson Pretto foi um dos meus primeiros “contactos” com o Aberto (em 2013, fruto de pesquisas sobre REA’s, desenvolvidas para trabalhos em PPeL |Processos Pedagógicos em Elearning| no Mestrado em Pedagogia do ELearning – UAb.pt). Foi, pois, com grande entusiasmo que assisti à conferência e o ouvi.

Não querendo deixar passar em branco as ideias e provocações lançados…eis, para além do registo do meu feedback,  alguns links (sem ordem particular) propostos durante a sessão:

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http://pt.slideshare.net/josemota/recursos-educacionais-abertos-que-futuro

Revista Observatório: http://www.itaucultural.org.br/explore/observatorio/produtos-obsevatorio/revista/

https://creativecommons.org/

https://creativecommons.org/licenses/?lang=pt_PT

http://cshl.libguides.com/c.php?g=474046&p=3243855

https://www.rcaap.pt/

https://repositorioaberto.uab.pt/

http://www.ibict.br/informacao-para-ciencia-tecnologia-e-inovacao%20/repositorios-digitais/repositorios-brasileiros

 

 

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Guía sobre las licencias Creative Commons para la publicación de libros en acceso abierto en Humanidades y Ciencias Sociales

Universo Abierto

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Baker, J., M. P. Eve, et al. (2015). [e-Book] Guide to Creative Commons for Humanities and Social Science Monograph Authors. London, OAPEN-UK Texto completo: http://oapen-uk.jiscebooks.org/files/2011/01/CC-Guide-for-HSS-Monograph-Authors-CC-BY.pdf

An output of the OAPEN-UK project, this guide explores concerns expressed in public evidence given by researchers, learned societies and publishers to inquiries in the House of Commons and the House of Lords, and also concerns expressed by researchers working with the OAPEN-UK project. We have also identified a number of common questions and have drafted answers, which have been checked by experts including Creative Commons. The guide has been edited by active researchers, to make sure that it is relevant and useful to academics faced with making decisions about publishing

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El nombre de la rosa, el libro sobre la censura del libro: aventura y significado

Universo Abierto

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Peyronie, A. (2016). [e-Book] Le Nom de la rose, du livre qui tue au livre qui brûle : Aventure et signification. Rennes, Presses universitaires de Rennes. Texto completo: http://books.openedition.org/pur/29825

El nombre de la rosa es una novela a la vez popular y de culto., el libro se tradujo a más de treinta idiomas, se vendieron más de veinte millones de copias. La obra de André Peyronie que aquíi se presenta se dedica a dar cuenta de este fenómeno, mostrando como desde las primeras páginas el libro es un auténtico despliegue de deseo y aventura. El deseo de leer el libro prohibido es como la lujuria, el deseo de entender y saber que es el mismo motor de la acción. Contra la censura religiosa, contra el abuso de poder ideológico, relatada por el joven Adso tiene sus raíces en la histórico invención del pensamiento crítico y el método científico…

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MOOCs vs SPOCs: a non-debate?

Aprendiz, é com humildade mas, igualmente, com grande vontade de compreender, que me lanço neste artigo-aventura, que surge na sequência daquilo que parece ser um início de conversa na rede. Ou será que não é?

Gostaria de partilhar algumas percepções que tenho sobre o “debate” MOOC – Massive Open Online Courses  vs SPOC- Small Private Open Courses. Parece-me um debate, que pode, por sinal, ser interessante… por mais que não seja, poderá servir para aprender, para se reflectir e trocarem-se impressões sobre MOOCs: a sua história, virtudes, desafios e limitações, sobre EAD…Mas, pode nem sê-lo, porquanto pode não haver oposição/versus entre estes, porquanto SPOCs podem não ser, sequer, novidade…

Percepções, reflexões e muitas interrogações são só, apesar de auto-enganos e disfarçadas de opinião/opiniões, o que tenho para oferecer.

Vou começar por aquilo que, talvez, seja o mais simples…pela análise do contido nas siglas.

MASSIVE vs SMALL. Ora, entre estes dois termos ou aceções, numa primeira abordagem (como a é a presente) mon coeur ne balance pas.

Sobre  “Massas”…Por entre as várias definições que se podem encontrar sobre o conceito, o entendimento de George Gurvitch, em Tratado de Sociologia, das formas de sociabilidade – múltiplas maneiras de estar ligado ao todo e no todo-, parece-me ser aquele em que a minha percepção melhor se enquadra. Segundo ele, entre as formas de nos relacionarmos uns com os outros, a Massa faz parte de uma forma de sociabilidade caracterizada por fusão parcial, em que a intensidade de participação é fraca, o seu volume é sem limites e a atracção sobre os participantes é, igualmente, fraca. Não será isto que acontece com os cMOOC? Não será por isso que os cursos começam com, por exemplo, 1000, 3000, 5000,…participantes e terminam com bem menos (faltando estudos/análises a corroborar, mantenho o “bem menos”)? Que a taxa de abandono é apontada[1] como uma fragilidade?

Não poderá, igualmente, ser este -o carácter tendencialmente massivo- um dos “hic’s” dos sistemas e políticas educacionais, quer presencial e  à distância? Todos ao monte, num “salve-se quem puder” e quem “perder a barca”[2] , “temos pena”? Todos ensardinhados e indiferenciados num anfiteatro ou “salas” virtuais?… Entre um e outro (até me sentir diferentemente), continuo, na óptica de estudante, a sentir-me mais confortável, livre, valorizada, reconhecida, …,para aprender, “crescer” e partilhar e, na óptica de professora/formadora (que ainda mantenho), a encontrar sentido, significado e utilidade na partilha, orientação, moderação…em small courses.[3]

PRIVATE – Aqui, facilmente recorreria (cairia na tentação?) a alguns emoticons do facebook… O que quererá isto dizer? Privado ao invés de Público? Fechado, selectivo, restritivo e limitativo ao contrário de Aberto (apesar de colado a SPOC vir, na sigla, logo a seguir, Open)? Parece-me uma contradição, mais um lapso ou erro do que outra coisa…ou então… será para significar um ambiente de ensino-aprendizagem mais intimista, customizado/personalizado? Ou ainda…uma simples estratégia de marketing, porquanto ”consciente” de uma procura online (ilusória?) de “privado”? Neither way (s) e/ou nevertheless, indago: não terão, também, os MOOCs os seus limites? Não será isso que pode transparecer nesta afirmação:“No semestre passado coordenei o MOOC LP (Língua Portuguesa), que só teve 5.100 participantes porque decidimos encerrar as inscrições logo no início.”[4]. Não serão os MOOCs também restritivos? A quem sabe e se mexe bem no meio? Desenvolvidos e “proporcionados por líderes carismáticos e populares na rede” [5]?…e, qual será a diferença entre SPOCs e o rol de cursos privados, online, muitos deles gratuitos ?…(a continuar a reflectir em voz alta)

OPEN – Se ambos se auto-designam de Open no sentido do Movimento Aberto, de REAs, de gratuito e livre, porque não pensar na Coexistência e Complementaridade destes? Se por Open querem significar diferentes caminhos…bem, os MOOCs já estão a traçar o seu, não é? Quanto aos SPOCs…que tal o benefício da dúvida? Mesmo que não sejam, no seu todo, novidade. Se, no entanto, por Open os SPOCs querem apenas dizer Online, então…o assunto merece ainda maior atenção e esclarecimento.

Para além destas, várias outras questões rondam…serão os SPOC uma “manobra” de dispersão/diversão própria a determinados grupos-pessoas-instituições e/ou interesses diversos “que decidem decretar a morte dos MOOCs” [6] e de pura e dura estratégia mercantil-marketeer? Será que podemos refutar, categoricamente, que os SPOCs não são um fruto da evolução dos MOOCs?…Será que não estaremos antes perante algo, mais profundo, como uma espécie de batalha de afirmação entre/das (num processo de tentativa-erro/avanço-recuo-re-avanço)“Pedagogias” da EaD?

 

Bom. Ouf! Eis mais um olhar e sentir sobre o assunto, de alguém que por “aqui”, neste turbilhão de águas, tenta nadar e descortinar o(s) caminho(s). Como comecei, termino. Com humildade e com…só mais uma perceção-interrogação: ser-se, nesta socied@de, autor, “pai ou mãe” ou criador(a) de tal ou tal ideia, projecto,…, não significará ter que escolher? Entre, por um lado, lançar as bases e deixar fluir (assumindo, desde logo, a existência de interpretações, reinterpretações, re-re-interpretações,…de apropriações, co-apropriações, re-apropriações, etc., contidas no espírito do movimento aberto, REA e/ou Creative Commons), sob o risco de se irem perdendo o(s) propósitos, as finalidades, originárias, e, por outro, criar e defender a autoria, o espírito da criação com unhas e dentes?…

Não consigo vislumbrar uma morte anunciada dos MOOCs nem a sua substituição por SPOCs. Li, com interesse, o Professor Robert Lue[7] sobre as intenções: “Harvard isn’t abandoning Moocs, but rather like Russian dolls sitting inside each other, a single course might now be delivered to a large open Mooc audience, to a much smaller number of Spoc students and then down to an even smaller number enrolled at the bricks-and-mortar campus “. E não desgostei/o da imagem das matrioshkas.

Modas, “sempre” as houve e haverá. Mas, tão depressa aparecem como desaparecem, se se resumirem a fogo de vista, a um simples lindo embrulho, sem essência nem consistência. Atentamente, “ouço” (quem sabe, tenha opiniões abalizadas) e aguardo. Cautelosamente,  tacteio e procuro. Sem fechar, logo, a porta a possibilidades. Com, porém, uma convicção: A Educação é o âmago das discussões=conversas :).

MOOCs vs SPOCs ou MOOCs and SPOCs? A haver debate construtivo, não poderá este ser um mote? Ou será que este é, ao fim ao cabo,um non-debate?

21st Century Pedagogy

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“We need to teach knowledge or content in context with the tasks and activities the students are undertaking. Our students respond well to real world problems. Our delivery of knowledge should scaffold the learning process and provide a foundation for activities. As we know from the learning pyramid content delivered without context or other activity has a low retention rate.”

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Algunas Ideas Claves de #Educación, y Cómo la Tecnología puede ayudar a Implementarlas | Relpe

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Un artículo de Alberto J. Cañas, Director Asociado, Científico Senior y co-Fundador del Institute for Human and Machine Cognition (IHMC), donde investiga sobre representación del conocimiento, tecnología en educación, y principalmente sobre mapas…

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