How we learn – The Challange of the Personal Learning Environment

Atwell, G. (17-12-2009). How We Learn-The Challange of the Personal Learning Environment. Apresentação no Slideshare. http://www.slideshare.net/GrahamAttwell/how-we-learn-the-challenge-of-the-personal-learning-environment

Através da partilha de um conjunto de 29 slides, apresentados num workshop, na Universidade de Wolverhampton, intitulado ”the VLE is Undead”, o autor Graham Atwell, propõe-nos uma síntese das principais mudanças nas linhas diretrizes, que caracterizam os modelos escolares ou educacionais, desde a revolução industrial. A apresentação recorre a palavras – chave, tais como: “timekeeping, obedience, neatness, tidiness, cleanliness” (slide 5) e “Homogeneity” (slide 6), para caraterizar, neste caso, a abordagem pedagógica institucional, baseada na centralidade da ideia do “Currere”, assumida na pós-revolução industrial, e a ideias-chave como:” Virtual Learning Environments have been based on traditional educational models” (slide 7) – “ for managing learners”(slide 8) -, “This model is now being challenged (slide 14)“ – “personalisation of learning”(slide15), “new sources and contexts of learning”(slide 17), “the changing ways in which people are using computers” (slide 18) – e “The challenge to institutions is to engage with the new possibilities the PLE offers”(slide 27), para se referir à evolução dos diferentes contextos de aprendizagem e aos desafios que nos são, atualmente, colocados.
Esta apresentação (clara, sintética e factual) só por si, ou seja, sem participarmos no workshop, consegue levar-nos, no meu ponto de vista, a refletir sobre a inadequação dos modelos prosseguidos, ainda hoje, pelas instituições escolares, em virtude das mudanças dos contextos de aprendizagem possibilitados pelas novas tecnologias e, sobretudo, no desaproveitamento das potencialidades que estas oferecem. Tal constatação, não sendo novidade, apareceu-me, no entanto, como uma evidência à qual me/nos temos que render e que poderá libertar-nos, no sentido de uma melhor exploração dos caminhos possíveis criados, neste caso, pelos PLEs. Como o título do workshop induz, os VLE (Virtual Learning Environment)- AVA (Ambientes Virtuais de Aprendizagem), não estão mortos mas a ficar obsoletos, “moribundos” e, por isso mesmo, urge a necessidade de se agarrar novos desafios.
De salientar, finalmente, que para além do visionamento dos slides, a leitura dos comentários e das notas postados/deixados, proporcionam-nos uma perspetiva mais ampla do tema tratado, só ressurgindo nestes, por exemplo, a discussão do conceito de SLE (Short for Social Learning Environments).

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